sexta-feira, 26 de outubro de 2018

O que o espiritismo diz sobre o poliamor?

O que o espiritismo diz sobre o poliamor?

Enviado em 22 de junho de 2017 | Publicado por Rádio Boa Nova 

Questões ligadas aos relacionamentos sempre chamam as atenções nas redes sociais. E um exemplo, é a questão do “poliamor”, que significa poli (muitos ou vários) e amor, ou seja, é a prática, o desejo de ter mais de uma pessoa no relacionamento.
No poliamor, que já foi adotado em muitos países, como por exemplo, Brasil; Estados Unidos; Reino Unido é permitido se relacionar com duas ou mais pessoas de maneira consensual, transparente e ética. Muitos que defendem este tipo de relação dizem que é diferente do relacionamento aberto, que permite que o parceiro se envolva com outras pessoas fora da relação.
Enquanto o relacionamento aberto é baseado em encontros casuais, não duradouros, sem compromisso. No poliamor, existe o compromisso real e consentido entre os casais, com isso, não há espaço para mentiras.
E como o espiritismo trata dessa questão?
A doutrina espírita fala sobre a monogamia e da poligamia.Confira:
Qual das duas, a poligamia ou a monogamia, é mais conforme à lei natural?
Resposta: A poligamia é uma lei humana, cuja abolição marca um progresso social. O casamento, segundo as vistas de Deus, deve fundar-se na afeição dos seres que se unem. Na poligamia não há verdadeira afeição: não há mais do que sensualidade. (Questão 701, de O Livro dos Espíritos)
Comentário de Kardec:  Se a poligamia estivesse de acordo com a lei natural devia ser universal, o que, entretanto, seria materialmente impossível em virtude da igualdade numérica dos sexos.
A poligamia deve ser considerada como um uso ou uma legislação particular apropriada a certos costumes e que o aperfeiçoamento social fará desaparecer pouco a pouco.

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